terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Telhado branco que reduz a temperatura das cidades, ganha adesões

Medida proposta pela campanha "One Degree Less - Um Grau a Menos" é exatamente assim: não sequer grandes recursos, de tempo, material ou dinheiro para ser aplicada, a medida é simples, barata e eficaz. Criada pelo GCB (Green Building Council) para a redução dos efeitos do aquecimento global, a campanha pretende mobilizar o poder público e também a população dos centros urbanos para pintarem os telhados de casas, edifícios e todos os tipos de construções na cor branca, seguindo o GBC, é provável a redução de 2 a 3 graus a temperatura interna do ambiente, além disso existem outros benefícios, se houver grande número de telhados brancos a temperatura das cidades podem diminuir até 1 grau, é o que mostra as repórteres Flávia Monteiro e Karine Tavares que publicaram uma reportagem no Morar Bem no último domingo dia 06 de fevereiro.

As coberturas escuras absorvem 80% do calor externo enquanto as claras refletem até 90% da luz solar! Ou seja, cidades com mais telhados brancos, sofrem menos com as chamadas “ilhas de calor”.

Segundo o Lawrence Berkeley National Laboratory, cujos os dados sustentam a campanha informa que a cada 100 m² de cobertura pintada de branco são compensadas 10 toneladas de CO2 ao ano.

Ao prestar maior conforto térmico, os telhados brancos reduzem o consumo de energia elétrica com ar-condicionados e ventiladores.

Essa medida é de fácil aplicação e manutenção, existem tintas e materiais no mercado que são autolimpantes e que evitam que as superfícies tenham de ser pintadas depois de alguns anos, informa o diretor-executivo do GBC Brasil, Nelson Kawakami.

A campanha obteve a adesão da Campanha de Desenvolvimento Habitacional de São Paulo, que se comprometeu a pintar de brancos os telhados de conjuntos habitacionais novos e antigos do estado. O primeiro passo foi dado em Ilhabela, ano passado, onde os prédios de um residencial receberam a pintura. Cubatão, Itanhaém, Piraju e Valinhos também terão conjuntos com as cobertura claras. E a iniciativa do governo estadual já deu resultado, justamente em Ilhabela: a prefeitura, a primeira do país a aderir ao "One Degree Less", pintou os prédios do hospital do ginásio de esportes e de algumas escolas.

- Esperamos que nossa atitude reverbere no resto do estado - diz o secretário do Meio Ambiente de Ilhabela, Harry Finger, informando que algumas residências particulares da cidade também mudaram a cor de suas coberturas e o governo já estuda um meio de compensar seus moradores dando a eles desconto no IPTU.

Nas cidades de São paulo e Florianópolis, existe tentativas na legislação de fazer a construção civil e o cidadão comum pintar telhados com cores claras. Em Florianópolis a lei promulgada em dezembro de 2009 aguarda regulamentação. Proposta pelo Vereador Jaime Tonello, ela "cria o Programa de Redução do Aquecimento Global no município, através de ações que visem a estimular a pintura na cor branca dos telhados das construções do município".

Já na capital paulista, projeto neste sentido, proposto pelo vereador Antônio Goulart, foi aprovado em primeira votação na Câmara dos Vereadores em novembro do ano passado, mas o próprio Goulart entende que seu texto merece ser substitutivo, já que, da maneira como foi redigido, obrigaria moradores e empresários a pintarem todos os telhados de branco em até 90 dia.
Acesse o site e saiba mais: http://www.onedegreeless.org


Governo quer rever norma de financiamento pelo FGTS

Brasília – Mensagem presidencial enviada ao Congresso (02, fevereiro) informa a intenção do governo federal em rever norma do Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (CCFGTS), de forma a incrementar o uso, em obras, dos recursos depositados por empregadores nas contas dos trabalhadores, vinculadas ao Fundo.

“Com essa ação pretende-se otimizar e incrementar as aplicações de recursos e ampliar o alcance social decorrente dos investimentos realizados nas áreas de habitação, saneamento e infraestrutura”, diz trecho da mensagem presidencial, de acordo com reprodução da Agência Brasil.

Conforme balanço do governo, em 2010 o FGTS liberou recursos da ordem de R$ 73,56 bilhões para aplicação em obras nas áreas de habitação, infraestrutura, programas sociais e saneamento. O volume investido engloba a linha de financiamento tradicional, as operações de mercado e o Fundo de Investimento (FI-FGTS). Daquele total, R$ 30,84 bilhões foram destinados a financiamentos habitacionais enquadrados no programa Minha Casa, Minha Vida, conforme o governo.

Composição atual do Conselho Curador do FGTS - O Conselho Curador do FGTS é presidido pelo titular do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Dentre outras atribuições, compete ao MTE a fiscalização do recolhimento das contribuições ao FGTS.

O titular do Ministério das Cidades exerce a vice-presidência do Conselho, e é o gestor das aplicações dos recursos do FGTS em habitação popular, saneamento ambiental e infraestrutura. O Ministério das Cidades elabora os orçamentos anuais e planos plurianuais de aplicação dos recursos, e acompanha as metas físicas propostas.

O Grupo de Apoio Permanente (GAP), formado por consultores técnicos vinculados às 24 entidades que têm assento no Conselho, tem a função de assessoramento. O agente operador dos recursos do FGTS é a Caixa Econômica Federal.

Atribuições atuais do Conselho Curador do FGTS, de acordo com o artigo 23 do Decreto 5.063, de 03 de maio de 2004.

I - Estabelecer as diretrizes e os programas de alocação de todos os recursos do FGTS, de acordo com os critérios definidos na legislação em vigor, em consonância com a política nacional de desenvolvimento urbano e as políticas setoriais de habitação popular, saneamento básico e infraestrutura urbana estabelecidas pelo Governo Federal;

II - Acompanhar e avaliar a gestão econômica e financeira dos recursos, bem como os ganhos sociais e o desempenho dos programas aprovados;

III - Apreciar e aprovar os programas anuais e plurianuais do FGTS;

IV - Pronunciar-se sobre as contas do FGTS, antes do seu encaminhamento aos órgãos de controle interno para os fins legais;

V - Adotar as providências cabíveis para a correção de atos e fatos do gestor da aplicação e do agente operador que prejudiquem o desempenho e o cumprimento das finalidades no que concerne aos recursos do FGTS;

VI - Dirimir dúvidas quanto à aplicação das normas regulamentares, relativas ao FGTS, nas matérias de sua competência;

VII - Aprovar seu regimento interno;

VIII - Fixar normas e valores de remuneração do agente operador e dos agentes financeiros;

IX - Fixar critérios para parcelamento de recolhimentos em atraso;

X - Fixar critério e valor de remuneração para o exercício da fiscalização;

XI - Divulgar, no Diário Oficial da União, todas as decisões proferidas, bem como as contas do FGTS e os respectivos pareceres emitidos;

XII - Fixar critérios e condições para compensação entre créditos do empregador, decorrentes de depósitos relativos a trabalhadores não optantes, com contratos extintos, e débitos resultantes de competências em atraso, inclusive aqueles que forem objeto de composição de dívida com o FGTS; e

XIII - exercer as demais competências de que trata o Decreto nº 99.684, de 8 de novembro de 1990.
(Texto retirado do site da IMÓVEIS WEB, clique e saiba mais.)

Bairros de São Paulo onde o aluguel é mais barato

Quem depende do aluguel para moradia provavelmente levou um grande susto ao tomar conhecimento dos percentuais de aumento, que em alguns bairros de São Paulo alcançaram até 146,33% (comparação entre preços praticados em janeiro e em dezembro de 2010). Mas, apesar dos aumentos extraordinários, há bairros onde é possível encontrar boas (para o bolso) ofertas.

Os percentuais baseados em aumento são praticados em contratos novos. Os reajustes para a grande maioria dos contratos vigentes são ditados pela variação do Índice de Preço ao Consumidor – Mercado (IGP-M). Por este índice, os contratos com reajuste em fevereiro serão corrigidos em 11,5%.

Quem vai renovar o contrato pode enfrentar dificuldades. Pensa só: quem, em “perfeito juízo”, renovaria um contrato ao valor de R$ 1.561 mensais (reajuste de 11,5% aplicado em aluguel de R$ 1.400), se tem a chance de não renová-lo, ofertando-o no mercado por R$ 3.450 (aumento de 146,43%).

Em alguns casos, preços recuaram - De acordo com pesquisa do Conselho Regional de Corretores de Imóveis em São Paulo (Crecisp), há bairros onde, ao invés de subir, o preço do aluguel decresceu, dependendo do tipo de unidade. Para efeito da pesquisa, o Crecisp agrupa os bairros paulistanos em “Zonas de Valor”, subdenominando-as: A, B, C, D, E.

A pesquisa do Crecisp mostra que, na “Zona de Valor D”, o aluguel médio de casas com três dormitórios era de R$ 1.264,71 em janeiro de 2010; e de R$ 1.216,67 em dezembro (queda de 3,8%). Neste mesmo agrupamento, as casas com um dormitório eram alugadas, em média, por R$ 375,56 em janeiro, e por R$ 390,83 em dezembro. O aumento, igual a 4,07%, foi inferior à inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) para 2010, igual a 5,91%.

Ainda na “Zona de Valor D”, em janeiro de 2010 os apartamentos com um dormitório eram alugados, na média, por R$ 698,80 e, em dezembro, por R$ 732,22 (aumento de 4,78%).

Bairros agrupados na “Zona de Valor D”: Água Rasa, Americanópolis, Aricanduva, Barra Funda, Bom Retiro, Brás, Butantã (região de influência), Campo Grande, Campos Elíseos, Carandiru, Casa Verde, Centro, Cidade Ademar, Cupecê, Freguesia do Ó, Glicério, Imirim, Itaberaba, Jaçanã, Jaguaré, Jardim Miriam, Liberdade, Limão, Mandaqui, Pari, Penha, Rio Pequeno, Sacomã, Santa Efigênia, Sapopemba, Socorro, Tremembé, Tucuruvi, Veleiros, Vila Alpina, Vila Carrão, Vila Formosa, Vila Guilherme, Vila Maria, Vila Matilde, Vila Medeiros, Vila Prudente.

Na “Zona de Valor “A”, onde alguns tipos de imóveis tiveram aumentos bem significativos, o aluguel médio de apartamentos com um dormitório baixou 3,37%, passando de R$1.112,50 em janeiro de 2010, para R$1.075 em dezembro.

Bairros agrupados na “Zona de Valor “A” - Alto da Boa Vista, Alto de Pinheiros, Cidade Jardim, Higienópolis, Itaim Bibi, Jardim América, Jardim Anália Franco, Jardim Europa, Jardim França, Jardim Paulista, Morro dos Ingleses, Morumbi, Real Parque, Pacaembu, Perdizes, Vila Nova Conceição.

Ponderações - Não significa que em todos os bairros das “Zonas de Valor D e A” o preço do aluguel recuou, ou aumentou menos do que a inflação. Nesses agrupamentos há bairros onde os aumentos foram importantes, dependendo do tipo do imóvel.

Assim, utilize as informações da pesquisa Crecisp para selecionar o bairro de interesse, acrescente duas ou três opções nas proximidades, e pesquise preços. O mais sensato é procurar o auxílio de um corretor que, entre outros conhecimentos, tem condições para avaliar quesitos como a idade do imóvel e suas condições de conservação, os quais interferem no preço, tanto para locação, quanto para compra de usados.

Sendo necessário distanciar-se do local de trabalho, tente encontrar um imóvel localizado no contra fluxo do rush. Esta cautela, ainda que aumente os quilômetros, poderá “encurtar” a viagem em tempo de percurso. Vale para quem trafega por automóvel, ônibus, metrô ou trem. Viagens no contra fluxo são mais confortáveis, uma vez que o transporte público trafega com menor carga de passageiros.

Antes da decisão pelo bairro, é também importante consultar sobre as interconexões disponibilizadas pelo sistema Metrô/CPTM, as quais interligam um bom número de localidades, como a zona Oeste da capital ao ABCD paulista e às cidades da Região Metropolitana Oeste, por exemplo.
(Texto retirado do site da IMÓVEIS WEB, clique e saiba mais.)

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Promoção Casa Completa

 Entre em contato com Espaço Mais Planejados:

Loja 1: Rua José Otoni, 124 - São Miguel Paulista
(11) 2032-4556 ou (11) 2032-5809

Loja 2: Avenida Itaquera, 8.219 - Itaquera
(11) 2074-1916 ou (11) 2073-5780


Promoção Eletros Modernos

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quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Imóveis usados na cidade de SP valorizam até 269% em 2010

Os imóveis usados na cidade de São Paulo valorizaram até 269% em 2010, de acordo com balanço divulgado nesta quarta-feira pelo Creci-SP (Conselho Regional de Corretores de Imóveis no Estado de São Paulo). A alta superou em rentabilidade todos os tipos de investimentos financeiros em 2010.
O preço dos aluguéis também registrou forte avanço no ano passado. Os reajustes chegaram a 143% em apartamentos de três quartos da zona A, de bairros como Higienópolis, Moema, Itaim Bibi.
Mesmo com a forte alta no preço do metro quadrado, a venda de imóveis usados manteve o crescimento. O Conselho registrou alta de 29,26% nos imóveis comercializados de novembro para dezembro. No mesmo período, o número de aluguéis subiu 10,66%.
Para o presidente do Creci-SP, José Augusto Viana Neto, a valorização resulta do avanço de renda e do aumento no número de financiamentos imobiliários no país. Ele também ressalta que a falta de oferta no mercado de aluguéis tem exercido maior pressão nos preços.
(Texto retirado do site: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/869584-imoveis-usados-na-cidade-de-sp-valorizam-ate-269-em-2010.shtml)

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Governo eleva o valor máximo do Minha Casa, Minha Vida

O Conselho Curador do FTGS (Fundo de Garantia por tempo de Serviço) elevou na última quarta-feira o preço máximo dos imóveis novos e usados financiados usando o FTGS, com isso o valor do teto do Programa Minha Casa, Minha Vida segue o mesmo aumento.

Imóveis localizados em São Paulo, Distrito Federal e Rio de Janeiro agora podem contar com o novo teto no valor de R$ 170 mil, antes o teto era de R$ 130 mil, informou a assessoria do Ministério do Trabalho e Emprego. Nas demais capitais o valor máximo do imóveil dentro do programa foi elevado de R$ 100 mil para R$ 150 mil.

Nos municípios com população a partir de 250 mil habitantes ou integrantes de regiões metropolitanas,o valor será de R$ 80 mil para R$ 130 mil.

Para cidade com habitantes a partir de 50 mil habitantes o valor aumentará de R$ 80 mil para R$ 100 mil, para outros municípios o valor segue em R$ 80 mil.

Segundo assessoria de imprensa do conselho, família com renda acima de cinco salários mínimos não tem direito ao subsídio do FGTS, mas as famílias com renda até R$ 4.900 mil nas capitais (São Pualo, Rio de Janeiro e Distrito Federal) e renda de até R$ 3.900 para o resto do país.

RENDA

Segundo a assessoria de imprensa do Conselho, a renda familiar máxima para enquadramento nos financiamentos continua em R$ 4.900 para regiões metropolitanas e municípios com população igual ou superior a 250 mil habitantes, e R$ 3.900 para as demais regiões do país.

As operações de financiamento na área habitacional popular destinam recursos à população de baixa renda. A taxa nominal de juros das operações é fixada em 6% ao ano + TR (Taxa Referencial), que indexa a maioria dos contratos de financiamento imobiliário, sendo que essa taxa pode chegar a 5% com subsídio para famílias com renda de até R$ 2.790.

O FGTS pode financiar até 90% do valor de imóveis novos ou usados, sendo o prazo de pagamento em até 30 anos. A resolução do Conselho entra em vigor a partir da sua publicação, quando a Caixa começa a operar com os novos valores. 

Começa hoje o Real Estate Investment World

Datas do evento: 2 a 4 de fevereiro de 2011.

Local: Sofitel - São Paulo / SP
O Hotel Sofitel fica a apenas 3 km do aeroporto nacional, a 25 km do Aeroporto Internacional e 1 km do Parque do Ibirapuera (o mais área verde em São Paulo). Com fácil acesso para os principais centros financeiros da cidade: Paulista, Berrini, Av. Prof. Brasil e Faria Lima. 

www.terrapinn.com  

Real Estate Investment World Brasil é o lugar onde os investidores institucionais, desenvolvedores, administradores de fundos e principais provedores de serviços se reúnem para capitalizar sobre as oportunidades no mercado de propriedade real.

Quem deve participar:


Governo e agências reguladoras
Os investidores institucionais
Desenvolvedores 
Os gestores de fundos 
Corretores e consultores
Os bancos de investimento 
Credores da Habitação 
Os administradores de imóveis 
Os escritórios de advocacia e contabilistas

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Multa para quem não comprir a Lei da Reciclagem começa apartir de julho

Brasília, DF - A obrigatoriedade em separar do lixo doméstico as lâmpadas, baterias, eletroeletrônicos e assemelhados, contida na Política Nacional de Resíduos Sólidos, entrará em vigor somente após estruturação da proposta para sustentação da aplicação da lei. Para tanto, o governo federal criará um grupo de trabalho, composto por técnicos e executivos de 12 ministérios, cujas nomeações estão previstas para fevereiro (2011), e a conclusão do plano, para junho.

Sob coordenação do Ministério do Meio Ambiente, o grupo trabalhará para, inclusive, propor metas voltadas à redução da produção e à reciclagem de resíduos sólidos, assim como para a operacionalização dos sistemas de logística reversa – os quais já são institucionalizados e determinam o retorno, ao fabricante, de aparelhos eletroeletrônicos, pilhas e pneus destinados ao descarte.

O Decreto 7.404, publicado no Diário Oficial da União (DOU) em 23 de dezembro (2010), regulamenta a Lei 12.305, de 02 de agosto do mesmo ano. Institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos, promotora da destinação correta do lixo, doméstico e industrial. Estabelece multas que podem variar entre R$ 50, R$ 500 e até R$ 50 milhões, neste caso para quem lançar resíduos sólidos industriais em praias.

Contudo, o decreto não determina metas e nem operacionalização, razões que adiam a aplicação das penalidades previstas. Propostas devem emanar também de trabalhos em desenvolvimento conjunto por empresas dos diferentes setores (fabricação e venda de embalagens, pilhas, baterias, eletrodomésticos, vidros etc.), diretamente envolvidas, em especial, com a questão da operacionalização da logística reversa. Entre estas, algumas já executam programas do gênero, como a indústria de vidros e de embalagens e o comércio de pilhas e baterias.

Abrangência - As penalidades estão previstas para os moradores, prestadores de serviços e comerciantes que residem ou têm seus estabelecimentos em cidades que possuem Plano Municipal de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos. A grande maioria dos municípios brasileiros não conta com o plano, mas esta situação deve mudar radicalmente nos próximos dois anos. A cidade que não implantar o plano até 2012 não receberá recursos federais destinados à limpeza urbana.

Entre outras determinações, a Lei Nacional de Resíduos Sólidos estabelece a substituição dos lixões por aterros sanitários; a criação de planos estaduais, municipais e federal para a gestão de resíduos; e incentivo às linhas de financiamento de cooperativas, para que auxiliem a coleta seletiva e a logística reversa. 
 (Texto retirado do site: http://terraimoveis.imovelweb.com.br


Contruções Fail

Todos nós cometemos erros que podem atingir as pessoas de maneiras diferentes, pode ser direta ou indiretamente e também pode afetar muito ou pouco, mas quando pensar em construir ou reformar não cometa erros e não arrisque a sua vida e nem a de sua família com construções que não sejam planejadas e seguras, contrate sempre um especialista.

Veja abaixo algumas fotos de imóveis que tiveram erros grotescos na hora de seu planejamento e construção.