O Conselho Curador do FTGS (Fundo de Garantia por tempo de Serviço) elevou na última quarta-feira o preço máximo dos imóveis novos e usados financiados usando o FTGS, com isso o valor do teto do Programa Minha Casa, Minha Vida segue o mesmo aumento.
Imóveis localizados em São Paulo, Distrito Federal e Rio de Janeiro agora podem contar com o novo teto no valor de R$ 170 mil, antes o teto era de R$ 130 mil, informou a assessoria do Ministério do Trabalho e Emprego. Nas demais capitais o valor máximo do imóveil dentro do programa foi elevado de R$ 100 mil para R$ 150 mil.
Nos municípios com população a partir de 250 mil habitantes ou integrantes de regiões metropolitanas,o valor será de R$ 80 mil para R$ 130 mil.
Para cidade com habitantes a partir de 50 mil habitantes o valor aumentará de R$ 80 mil para R$ 100 mil, para outros municípios o valor segue em R$ 80 mil.
Segundo assessoria de imprensa do conselho, família com renda acima de cinco salários mínimos não tem direito ao subsídio do FGTS, mas as famílias com renda até R$ 4.900 mil nas capitais (São Pualo, Rio de Janeiro e Distrito Federal) e renda de até R$ 3.900 para o resto do país.
Segundo a assessoria de imprensa do Conselho, a renda familiar máxima para enquadramento nos financiamentos continua em R$ 4.900 para regiões metropolitanas e municípios com população igual ou superior a 250 mil habitantes, e R$ 3.900 para as demais regiões do país.
As operações de financiamento na área habitacional popular destinam recursos à população de baixa renda. A taxa nominal de juros das operações é fixada em 6% ao ano + TR (Taxa Referencial), que indexa a maioria dos contratos de financiamento imobiliário, sendo que essa taxa pode chegar a 5% com subsídio para famílias com renda de até R$ 2.790.
O FGTS pode financiar até 90% do valor de imóveis novos ou usados, sendo o prazo de pagamento em até 30 anos. A resolução do Conselho entra em vigor a partir da sua publicação, quando a Caixa começa a operar com os novos valores.
Imóveis localizados em São Paulo, Distrito Federal e Rio de Janeiro agora podem contar com o novo teto no valor de R$ 170 mil, antes o teto era de R$ 130 mil, informou a assessoria do Ministério do Trabalho e Emprego. Nas demais capitais o valor máximo do imóveil dentro do programa foi elevado de R$ 100 mil para R$ 150 mil.
Nos municípios com população a partir de 250 mil habitantes ou integrantes de regiões metropolitanas,o valor será de R$ 80 mil para R$ 130 mil.
Para cidade com habitantes a partir de 50 mil habitantes o valor aumentará de R$ 80 mil para R$ 100 mil, para outros municípios o valor segue em R$ 80 mil.
Segundo assessoria de imprensa do conselho, família com renda acima de cinco salários mínimos não tem direito ao subsídio do FGTS, mas as famílias com renda até R$ 4.900 mil nas capitais (São Pualo, Rio de Janeiro e Distrito Federal) e renda de até R$ 3.900 para o resto do país.
RENDA
Segundo a assessoria de imprensa do Conselho, a renda familiar máxima para enquadramento nos financiamentos continua em R$ 4.900 para regiões metropolitanas e municípios com população igual ou superior a 250 mil habitantes, e R$ 3.900 para as demais regiões do país.
As operações de financiamento na área habitacional popular destinam recursos à população de baixa renda. A taxa nominal de juros das operações é fixada em 6% ao ano + TR (Taxa Referencial), que indexa a maioria dos contratos de financiamento imobiliário, sendo que essa taxa pode chegar a 5% com subsídio para famílias com renda de até R$ 2.790.
O FGTS pode financiar até 90% do valor de imóveis novos ou usados, sendo o prazo de pagamento em até 30 anos. A resolução do Conselho entra em vigor a partir da sua publicação, quando a Caixa começa a operar com os novos valores.
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