Imóvel para locação com 2 dormitórios em um condomínio fechado, próximo à Estação Dom Bosco.
2 dormitórios
1 vaga na garagem
Condomínio: + ou - R$ 60,00
Valor R$ 800,00
Para maiores informações, favor entrar em contato pelo telefone: (11) 2524-4488, falar com a Helen.
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
Inscrições abertas para o ADIT Invest 2011
As inscrições para a 6º edição do ADIT Investa, maior evento de investimentos imobiliários e turístico do Brasil, está com as inscrições aberta, o evento ocorrerá entre 10 e 12 de maio deste ano, em Fortaleza, elas podem ser feitas através do site oficial do evento http://aditinvest.com.br.
Promovido pela Associação para o Desenvolvimento Imobiliário e Turístico do Brasil (ADIT Brasil), reúne os principais players do mercado imobiliário e turístico do Brasil, Estados Unidos e Europa, com presença regular em todas as edições já realizadas das principais empresas do setor em Portugal.
Cada participante poderá inscrever-se em três modalidades distintas: Salão de Exposições, Conferência Internacional e Rodada de Negócios.
O ADIT realiza ações de Speed Networking (troca rápida de cartões de visita, que permite o participante conhecer mais de 50 pessoas em menos de uma hora) e a Mesa Redonda Interactiva (um especialista fala de um tema específico numa mesa redonda ára cerca de 15 participantes).
A ADIT, desde sua criação em 2006, tem mantido um relação muito próxima com os investidores brasileiros e internacionais para o aconselhamento e apoio sobre as melhores oportunidades de investimento, tendo em conta os objectivos de cada um dos investidores e do local onde esse investidor pretende actuar.
A ADIT Brasil é responsável pela organização, desde 2006, do maior evento do sector imobiliário e turístico do Brasil. Na sua edição de 2010, registou valores recorde em relação a todas as outras já realizadas, com a rodada de negócios a fechar com a expectativa de gerar 809 milhões de euros, bastante acima das previsões avançadas pela ADIT antes do evento, que apontavam para um movimento superior a 238 milhões de euros, mais 30% que na edição de 2009 do agora ADIT Invest (antigo Nordeste Invest).
Promovido pela Associação para o Desenvolvimento Imobiliário e Turístico do Brasil (ADIT Brasil), reúne os principais players do mercado imobiliário e turístico do Brasil, Estados Unidos e Europa, com presença regular em todas as edições já realizadas das principais empresas do setor em Portugal.
Cada participante poderá inscrever-se em três modalidades distintas: Salão de Exposições, Conferência Internacional e Rodada de Negócios.
O ADIT realiza ações de Speed Networking (troca rápida de cartões de visita, que permite o participante conhecer mais de 50 pessoas em menos de uma hora) e a Mesa Redonda Interactiva (um especialista fala de um tema específico numa mesa redonda ára cerca de 15 participantes).
A ADIT, desde sua criação em 2006, tem mantido um relação muito próxima com os investidores brasileiros e internacionais para o aconselhamento e apoio sobre as melhores oportunidades de investimento, tendo em conta os objectivos de cada um dos investidores e do local onde esse investidor pretende actuar.
A ADIT Brasil é responsável pela organização, desde 2006, do maior evento do sector imobiliário e turístico do Brasil. Na sua edição de 2010, registou valores recorde em relação a todas as outras já realizadas, com a rodada de negócios a fechar com a expectativa de gerar 809 milhões de euros, bastante acima das previsões avançadas pela ADIT antes do evento, que apontavam para um movimento superior a 238 milhões de euros, mais 30% que na edição de 2009 do agora ADIT Invest (antigo Nordeste Invest).
Fonte: Brasil Casa Sapo
Os imóveis e seus estilos
Inúmeros são os debates sobre estilos arquitetônicos, como definir o estilo atual? O que os arquitetos tem produzido em termos de ARTE no cenário atual? Aqui na região, vejo muitas propostas diferenciadas, algumas com estilos muito marcantes como as residências minimalistas sem ornamento, que refletem o estilo moderno, edifícios que serão entregues neste ano com rebuscamentos dos séculos passados, demonstrando uma busca pela arquitetura clássica, neo-clássica e/ou pós-moderna, como as construções em Jurerê Internacional, e não podemos esquecer da contemporaneidade explícita nos altíssimos edifícios com fachadas envidraçadas e que engloba todos os demais estilos após modernismo.
Não podemos esquecer do estilo sustentável, com seus telhados verdes, reaproveitamento de águas pluviais, energia solar, etc.
Os estilos são vários, cabe ao cliente e futuro usuário do imóvel escolher o seu preferido, detalhe mais importante do que ficar discutindo sobre qual o melhor ou pior.
Para ilustrar apresento um estudo de fachadas, no qual a mesma planta apresenta dois estilos bem diferenciados de fachadas. Este cliente nos contratou para propor algo diferenciado, que se destaca-se em sua localização. Nada melhor que abusarmos da criatividade!
Não podemos esquecer do estilo sustentável, com seus telhados verdes, reaproveitamento de águas pluviais, energia solar, etc.
Os estilos são vários, cabe ao cliente e futuro usuário do imóvel escolher o seu preferido, detalhe mais importante do que ficar discutindo sobre qual o melhor ou pior.
Para ilustrar apresento um estudo de fachadas, no qual a mesma planta apresenta dois estilos bem diferenciados de fachadas. Este cliente nos contratou para propor algo diferenciado, que se destaca-se em sua localização. Nada melhor que abusarmos da criatividade!
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Índice de Clima Econômico tem leve queda no Brasil em janeiro
O índice do ICE (clima econômico), medido pelo FGV (Fundação Getúlio Vargas), teve um queda sutil em janeiro deste ano, atingindo o menor patamar desde julho de 2009. Segundo dados divulgados hoje, o ICE de janeiro deste ano foi de 6,7 pontos, na medida anterior era de 6,8 pontos.
A FGV considera que a "sutileza na queda do índice" sugere que os especialistas ouvidos pela pesquisa estão "relativamente neutros" em relação ao governo da presidenta Dilma.
Na situação atual o índice da Economia chegou a 7,7 pontos, o menor resultado desde outubro de 2009 (quando foi registrado 6,4 pontos) e igual ao de janeiro de 2010. O índice de Expectativas em relação ao futuro ficou estável em relação ao de outubro de 2010 (5,7 pontos), que havia sido o nível mais baixo desde abril de 2009 (5,4 pontos).O ICE do Brasil ficou acima da média de 5,8 pontos da América Latina, mas abaixo do índice do Chile (8,0), Uruguai (7,9), Paraguai (7,5) e Peru (7,3). Os países latino-americanos que apresentaram índice abaixo do brasileiro foram a Argentina (5,8), Colômbia (5,8), o México (5,5), Equador (5,4), a Bolívia (4,2) e Venezuela (1,8).
A média mundial do ICE foi de 5,9 pontos. Entre os países do Bric (sigla para o Brasil, a Rússia, Índia e China), o Brasil ficou abaixo apenas da Índia, que registrou 6,8 pontos, e à frente de Rússia (5,7) e China (5,2).
Os países desenvolvidos tiveram os seguintes índices: Estados Unidos (6,4 pontos), Alemanha (7,1) e Reino Unido (4,7). O ICE da União Europeia foi de 5,6 pontos. O índice é medido trimestralmente pelo instituto alemão Ifo, que no Brasil tem a parceria com a FGV, com base em informações prestadas por economistas de vários países.
A FGV considera que a "sutileza na queda do índice" sugere que os especialistas ouvidos pela pesquisa estão "relativamente neutros" em relação ao governo da presidenta Dilma.
Na situação atual o índice da Economia chegou a 7,7 pontos, o menor resultado desde outubro de 2009 (quando foi registrado 6,4 pontos) e igual ao de janeiro de 2010. O índice de Expectativas em relação ao futuro ficou estável em relação ao de outubro de 2010 (5,7 pontos), que havia sido o nível mais baixo desde abril de 2009 (5,4 pontos).O ICE do Brasil ficou acima da média de 5,8 pontos da América Latina, mas abaixo do índice do Chile (8,0), Uruguai (7,9), Paraguai (7,5) e Peru (7,3). Os países latino-americanos que apresentaram índice abaixo do brasileiro foram a Argentina (5,8), Colômbia (5,8), o México (5,5), Equador (5,4), a Bolívia (4,2) e Venezuela (1,8).
A média mundial do ICE foi de 5,9 pontos. Entre os países do Bric (sigla para o Brasil, a Rússia, Índia e China), o Brasil ficou abaixo apenas da Índia, que registrou 6,8 pontos, e à frente de Rússia (5,7) e China (5,2).
Os países desenvolvidos tiveram os seguintes índices: Estados Unidos (6,4 pontos), Alemanha (7,1) e Reino Unido (4,7). O ICE da União Europeia foi de 5,6 pontos. O índice é medido trimestralmente pelo instituto alemão Ifo, que no Brasil tem a parceria com a FGV, com base em informações prestadas por economistas de vários países.
Acordo com Bolsa de Xangai envolverá troca de informações técnicas
SÃO PAULO - O acordo de entendimento firmado entre a BM&FBovespa e a Bolsa de Valores de Xangai envolverá troca de informações técnicas. Segundo afirmou há pouco o diretor-presidente da bolsa brasileira, Edemir Pinto, o acordo envolve ainda o desenvolvimento de dois grandes fóruns internacionais entre o Brasil e a China.
"O acordo será assinado aqui (São Paulo), na segunda-feira, às 18 horas. Há várias delegações chinesas chegando ao Brasil, para o primeiro fórum, que já acontecerá na segunda e na terça-feira", enfatizou o executivo.
O segundo fórum, de acordo com ele, deve acontecer na China. A ideia do acordo é as Bolsas passarem a ter acesso às informações dos respectivos mercados locais. Edemir repetiu ainda que o acordo não prevê a dupla listagem de ações de empresas nas duas bolsas.
(Vanessa Dezem | Valor - publicado no site da UOL )
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
Capital deve ganhar 250 prédios novos em 2011
Outros 270 estão programados para o ano que vem, 60% dos quais com 1 e 2 dormitórios, aponta levantamento.
A cidade de São Paulo deve ganhar nos próximos dois anos, 420 condomínios residências novos. Os novos prédios entregues na capital deverão totalizar 250 neste ano e 270 em 2012. Do total de empreendimentos a serem concluídos pelas construtoras, 60% são de até 120 apartamentos com um ou dois dormitórios. As informações são de um levantamento da empresa administração de condomínio da Lello.
As zonas oeste e leste da capital concentram a maioria dos condomínios em fase de construção. O preço médio de venda dos apartamentos é de R$ 350 mil, segundo o levantamento da administradora.
"O aquecimento da economia e do mercado imobiliário está impulsionando ainda mais o crescimento vertical da cidade, e com isso cada vez mais paulistanos estão indo morar em condomínios de apartamentos. Trata-se de uma realidade nova para muita gente", afirma Angélica Arbex, gerente de Marketing da Lello Condomínios.
Mercado Aquecido
Os novos condomínios a serem entregues até 2012 na capital paulista deverão movimentar cerca de R$ 150 milhões por ano, entre despesas com folha de pagamento, fornecedores e com concessionárias de água e energia elétrica, por exemplo. Cada prédio gasta, em média, R$ 320 mil por ano.
A entrega dos condomínios, segundo o levantamento, também irá representar cerca de 3.000 novos empregos, uma vez que cada condomínio tem, em média, sete funcionários, entre porteiros, zelador, faxineiros, vigias e manobristas.
(Texto Bárbara Vieira, publicado no Jornal Primeiramão do último dia 12)
Inflação da Construção Civil sobe 0,27%
Custo de metro quadrado para construir e material de construção baixaram, entre tanto, a mão de obra subiu segundo dados do IBGE.
A inflação medida pelo Sinapi (Índice Nacional da Construção Civil) foi de 0,27% em janeiro, segundo dados divulgados na terça, dia 8, pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). O resultado ficou 0,01 ponto percentual acima do registrado em dezembro, quando ouve alta de preços de 0,26%. O índice é uma média entre itens que baixaram, como o preço de material de construção, e o custo nacional da construção por metro quadrado e outros que subiram como o da mão de obra. O custo nacional da construção por metro quadrado em janeiro ficou em R$ 768,44, diante os R$ 769,06 do último mês de 2010. O material de construção ficou em 0,32%, ele baixou 0,11%, ponto percentual era a taxa de dezembro de 0,43%.
Alta no Estado de São Paulo
Em São Paulo, a alta da construção civil foi ainda maior, de 0,28% em janeiro, segundo dados divulgados na semana passada pelo SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo). A variação positiva no mês também é resultado do aumento de 0,40% no custo de mão de obra, em comparação com dezembro do ano passado. O CUB (Custo Unitário Básico) que reflete a variação mensal das despesas do setor para utilização nos reajustes dos contratos da construção civil - atingiu 130,18 pontos no mês passado. Em dezembro, a pontuação havia sido de 129,82 pontos.
Considerando os últimos 12 meses terminados em janeiro, os custos registraram alta de 5,61%.
(Bárbara Vieira, publicado no Jornal Primeira Mão do último dia 12)
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Ciclo de Palestras para Síndicos - Elevadores: cuidados, precauções e responsabilidades
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Direito Imobiliário Empresarial: inscrições encerram em 25 de fevereiro
Destinado a advogados e bacharéis em direito, o curso auxiliará os participantes a compreenderem e refletirem sobre os aspectos jurídicos do novo mercado imobiliário
Nenhum país cresce de forma sustentada sem o desenvolvimento do mercado imobiliário. É justamente por isso que estamos vivenciando no Brasil um crescimento considerável na construção civil, atraindo investidores de olho em ações de companhias construtoras e incorporadoras, fundos imobiliários e aquisição de créditos securitizados. O direito imobiliário vem na esteira deste crescimento, mas o mercado está carente de profissionais preparados para tal função. Por compreender essa deficiência, a Universidade Secovi promoverá o curso de especialização em Direito Imobiliário, a partir de 15/3.
Composta por quatro módulos, com duração de oito meses, a iniciativa auxiliará os alunos a compreenderem as técnicas e formas jurídicas para aquisição de imóveis, fatores ligados ao direito ambiental, urbanísticos, responsabilidade civil e penal, além das variadas formas de estruturação de empreendimentos na área de incorporações. O curso tem a coordenação geral de Rodrigo Bicalho e também José Carlos Puoli e Olivar Lorena Vitale Junior, como co-coordenadores.
“O aluno terá conhecimento do que há de mais importante e moderno na matéria, aprendendo muito além das questões que há décadas são debatidas e analisadas no mercado imobiliário, eis que a legislação brasileira da última década foi bastante alterada e novos mecanismos foram criados para fomentar este nosso mercado”, explica Olivar Lorena Vitale Júnior, um dos coordenadores do curso.
Para garantir o desenvolvimento de todas as competências propostas, o curso conta com os melhores profissionais do mercado e uma programação de aulas que mesclam teoria e prática, assim como debates entre professores e alunos.
Destinado a advogados e bacharéis em direito, as matrículas estarão sujeitas à análise de currículo, que devem ser enviados até sexta-feira, 25/2, para o e-mail universidade@secovi.com.br.
O que: "Especialização em Direito Imobiliário Empresarial".
Onde: Universidade Secovi. Endereço: Av. Brigadeiro Luiz Antonio, 2.344 - 9º andar.
Quando: de 15/3(aula inaugural, das 19h às 21h) a 25/11. Às sextas-feiras, das 8h30 às 12 horas.
Inscrições: (11) 5591-1303 a 1308 ou universidade@secovi.com.br.
Composta por quatro módulos, com duração de oito meses, a iniciativa auxiliará os alunos a compreenderem as técnicas e formas jurídicas para aquisição de imóveis, fatores ligados ao direito ambiental, urbanísticos, responsabilidade civil e penal, além das variadas formas de estruturação de empreendimentos na área de incorporações. O curso tem a coordenação geral de Rodrigo Bicalho e também José Carlos Puoli e Olivar Lorena Vitale Junior, como co-coordenadores.
“O aluno terá conhecimento do que há de mais importante e moderno na matéria, aprendendo muito além das questões que há décadas são debatidas e analisadas no mercado imobiliário, eis que a legislação brasileira da última década foi bastante alterada e novos mecanismos foram criados para fomentar este nosso mercado”, explica Olivar Lorena Vitale Júnior, um dos coordenadores do curso.
Para garantir o desenvolvimento de todas as competências propostas, o curso conta com os melhores profissionais do mercado e uma programação de aulas que mesclam teoria e prática, assim como debates entre professores e alunos.
Destinado a advogados e bacharéis em direito, as matrículas estarão sujeitas à análise de currículo, que devem ser enviados até sexta-feira, 25/2, para o e-mail universidade@secovi.com.br.
O que: "Especialização em Direito Imobiliário Empresarial".
Onde: Universidade Secovi. Endereço: Av. Brigadeiro Luiz Antonio, 2.344 - 9º andar.
Quando: de 15/3(aula inaugural, das 19h às 21h) a 25/11. Às sextas-feiras, das 8h30 às 12 horas.
Inscrições: (11) 5591-1303 a 1308 ou universidade@secovi.com.br.
(Notícia retirada do site do Secovi-SP)
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
IPTU: contribuinte de SP que não recebeu notificação já pode requerer a segunda via
SÃO PAULO - O paulistano que ainda não recebeu a notificação do IPTU (Imposto sobre Propriedade Territorial e Urbana) já pode requerer a segunda via do boleto nas subprefeituras ou emiti-lo por meio da página da prefeitura na internet.
A partir desta quinta-feira (20) até o próximo dia 31, os contribuintes da cidade de São Paulo que deveriam receber a notificação até a última quarta-feira (19) - aqueles que escolheram o dia 1º de fevereiro como dia do vencimento do imposto - devem procurar a subprefeitura da região onde moram para requerer a segunda via do documento.
Quem preferir pode imprimir a notificação por meio do site da Prefeitura (www.prefeitura.sp.gov.br). Os contribuintes que irão pagar o IPTU no dia 2 de fevereiro devem receber a notificação até segunda-feira (24). Caso não recebam, o procedimento é o mesmo: a partir do dia 25 de janeiro, eles já podem pedir a segunda via.
Locais
Os locais para fazer os pedidos são os seguintes:
- Subprefeituras - atendimento de segunda a sexta, das 9h até as 16h
- Internet - serviço funciona de segunda a sábado, das 6h até as 23h45
Fique atento, pois só é possível emitir a segunda via da notificação, se o débito não estiver inscrito na dívida ativa.
Multa por atraso
Os pagamentos feitos fora do prazo de vencimento pagarão multa de 0,33% ao dia até o máximo de 20% do imposto devido, juros moratórios de 1% ao mês a partir do mês imediato ao do vencimento e atualização monetária.
Vale lembrar que o fato de haver algum atraso na entrega não exime a pessoa do pagamento.
Vencimentos
O vencimento da primeira prestação ou parcela única do IPTU com desconto de 6% será no dia escolhido pelo próprio contribuinte, começando a partir de 1º de fevereiro.
Para quem não indicou uma data, o vencimento do imposto será no dia 9 de fevereiro.
A isenção de imóveis residenciais com valor venal de até R$ 73.850 é concedida automaticamente no lançamento, para apenas um imóvel por proprietário.
Fique atento ao calendário do IPTU:
| Vencimento da 1ª parcela ou parcela única | Postagem das notificações nos Correio | Limite para recebimento | Limite para requerer 2ª via nas subprefeituras ou pela internet |
|---|---|---|---|
| 01/02/2011 | 14/01/2011 | 19/01/2011 | 31/01/2011 |
| 02/02/2011 | 17/01/2011 | 24/01/2011 | 01/02/2011 |
| 03/02/2011 | 18/01/2011 | 24/01/2011 | 02/02/2011 |
| 04/02/2011 | 19/01/2011 | 24/01/2011 | 03/02/2011 |
| 05/02/2011 | 20/01/2011 | 26/01/2011 | 04/02/2011 |
| 06/02/2011 | 20/01/2011 | 26/01/2011 | 04/02/2011 |
| 07/02/2011 | 20/01/2011 | 26/01/2011 | 04/02/2011 |
| 08/02/2011 | 21/01/2011 | 26/01/2011 | 07/02/2011 |
| 09/02/2011 | 24/01/2011 | 31/01/2011 | 08/02/2011 |
| 10/02/2011 | 24/01/2011 | 31/01/2011 | 09/02/2011 |
| 11/02/2011 | 26/01/2011 | 31/01/2011 | 10/02/2011 |
| 12/02/2011 | 27/01/2011 | 01/02/2011 | 11/02/2011 |
| 13/02/2011 | 27/01/2011 | 01/02/2011 | 11/02/2011 |
| 14/02/2011 | 27/01/2011 | 01/02/2011 | 11/02/2011 |
| 15/02/2011 | 28/01/2011 | 02/02/2011 | 14/02/2011 |
| 16/02/2011 | 31/01/2011 | 07/02/2011 | 15/02/2011 |
| 17/02/2011 | 01/02/2011 | 07/02/2011 | 16/02/2011 |
| 18/02/2011 | 02/02/2011 | 07/02/2011 | 17/02/2011 |
| 19/02/2011 | 03/02/2011 | 08/02/2011 | 18/02/2011 |
| 20/02/2011 | 03/02/2011 | 08/02/2011 | 18/02/2011 |
| 21/02/2011 | 03/02/2011 | 08/02/2011 | 18/02/2011 |
| 22/02/2011 | 04/02/2011 | 09/02/2011 | 21/02/2011 |
| 23/02/2011 | 07/02/2011 | 14/02/2011 | 22/02/2011 |
| 24/02/2011 | 08/02/2011 | 14/02/2011 | 23/02/2011 |
| 25/02/2011 | 09/02/2011 | 14/02/2011 | 24/02/2011 |
26/02/2011 | 10/02/2011 | 05/02/2011 | 05/02/2011 |
| 7/02/2011 | 10/02/2011 | 15/02/2011 | 25/02/2011 |
| 28/02/2011 | 10/02/2011 | 15/02/2011 | 25/02/2011 |
| 28/02/2011* (29) | 10/02/2011 | 15/02/2011 | 25/02/2011 |
| 28/02/2011* (30) | 10/02/2011 | 15/02/2011 | 25/02/2011 |
| Fonte: Prefeitura de São Paulo * Excepcionalmente em fevereiro, com os vencimentos nos dias 29 e 30 para os meses seguintes | |||
Simon Baker: O futuro do marketing imobiliário
Acontece hoje o evento de Simon Baker, chamado "O futuro do marketing imobiliário"
Horário: 8h às 11h

Local: HB Hotels Ninety Jardins - Al. Lorena 521, São Paulo/SP
Haverá tradução simultânea.
Vagas limitadas: 120 participantes
Investimento: R$80,00
Simon Baker, ex diretor de uma empresa bilionária do ramo de marketing online especializado no setor imobiliário apresentará um seminário em São Paulo sobre o futuro do marketing imobiliário online. A realização do evento é do portal imobiliário VivaReal e proporcionará aos participantes uma visão ampla sobre as tendências internacionais no setor, além de 30 dicas e cases de empresas internacionais com ótimas experiências no marketing imobiliário.
Informações e contatos:
Site do evento: http://eventosimonbaker.vivareal.com.br/
Dúvidas e inscrições: (11) 3020-3004 / 3257-2824 ou brasil@vivareal.com
Imprensa: fprocopio@vivareal.com - Fabio Procópio
Horário: 8h às 11h

Local: HB Hotels Ninety Jardins - Al. Lorena 521, São Paulo/SP
Haverá tradução simultânea.
Vagas limitadas: 120 participantes
Investimento: R$80,00
Simon Baker, ex diretor de uma empresa bilionária do ramo de marketing online especializado no setor imobiliário apresentará um seminário em São Paulo sobre o futuro do marketing imobiliário online. A realização do evento é do portal imobiliário VivaReal e proporcionará aos participantes uma visão ampla sobre as tendências internacionais no setor, além de 30 dicas e cases de empresas internacionais com ótimas experiências no marketing imobiliário.
Informações e contatos:
Site do evento: http://eventosimonbaker.vivareal.com.br/
Dúvidas e inscrições: (11) 3020-3004 / 3257-2824 ou brasil@vivareal.com
Imprensa: fprocopio@vivareal.com - Fabio Procópio
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
É possível contruir com segurança em áreas de risco?
A análise do solo é um dos principais procedimentos para garantir a seguridade da vida das pessoas, com adequadas obras para onde há um grande declive.
É possível construir em áreas de risco tomando algumas precauções, a arquiteta, Karoline Stolf, publicou recentemente em seu blog um projeto para a construção de um condomínio, localiado em um bairro de Blumenau (SC), chamado Itoupava Central, exactamente pelas suas características.
Nas cidade em que há grandes declívios são caracterizadas pelos relevos acentuados, grande irrigação fluvial, solos com vulnerabilidade natural e índices de pluviosidade concentrada. Para construir nessas localidades e aliar ações que proporcionem um desenvolvimento sustentável e seguro, as empresas devem apostar em um projeto de construção diferenciado.
Segundo Karoline Stolf, existem algumas medidas de segurança para podermos construir nessa áreas, tais como: manter o desenho natural dos lotes, com poucas intervenções de cortes e aterros; a distribuição suave de cotas de nível dos terrenos, entre outros.
Em um trechos do post, ela comenta: “A melhor solução seria a não ocupação de áreas de risco e desapropriação das construções existentes. Porém restariam poucas áreas habitáveis, e como promover o desenvolvimento urbano neste caso?”, ela acredita que a solução mais adequada seria a verticalização dessas cidades. "Mas para que isso aconteça é necessário muito investimento do poder público.", alega.
É indispensável a análise do solo
Konkreta Construtora também falou sobre o assunto em seu Blog, segundo o sócio-diretor da empresa, Kim Mendes, para que a execução de um projeto nessas áreas não tenha problemas, é imprescindível que seja feita uma análise das propriedades do solo. “Isso deve ocorrer com o acompanhamento de um profissional, que irá analisar amostras colhidas do terreno, a disposição dos materiais que o constituem, se é um terreno arenoso ou argiloso, entre outras características,” explica.O assistente de engenharia Luiz Fernando Burgin, também da Konkreta, atenta: “O ideal é que seja feito uma análise de laboratório, onde obtemos todos os dados para a análise da viabilidade do empreendimento, pois através desses ensaios podemos dimensionar as intervenções necessárias para assegurar a qualidade do projeto, a segurança da obra, e a manutenção da vida.”
Todo cuidado é pouco quando se trata de ocupação em áreas de risco. E fazê-lo com responsabilidade é o dever de cada profissional.
sábado, 12 de fevereiro de 2011
Agora temos vidro inteligentes
A tecnologia revolucionária permite ao vidro ser transparente e translúcido, bloqueando ou permitindo a visão quando desejado. Ele é constituído por duas chapas de vidro entre as quais é colocado um filme de cristais líquidos (LCD), no qual atua um campo elétrico modificando sua orientação.
Quando não está submetido a uma corrente elétrica, os cristais líquidos estão desalinhados impedindo a passagem de luz, tornando-o translúcido. Ao aplicarmos uma corrente elétrica os cristais orientam-se e alinham-se, tornando o vidro transparente instantaneamente. O consumo de energia é muito baixo: menos que 5W/m².
Quando não está submetido a uma corrente elétrica, os cristais líquidos estão desalinhados impedindo a passagem de luz, tornando-o translúcido. Ao aplicarmos uma corrente elétrica os cristais orientam-se e alinham-se, tornando o vidro transparente instantaneamente. O consumo de energia é muito baixo: menos que 5W/m².
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
É possível construir de forma segura em áreas de risco?
Entre outros procedimentos, a análise do solo é essencial para assegurar a segurança da obra em cidades que apresentam grandes declives
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Cidades com grandes declives são caracterizada por relevos acentuados, grande irrigação fluvial, índices de pluviosidade concentrada e solos com vulnerabilidade natural. Para construir nessas localidades e ao mesmo tempo aliar ações que proporcionem um desenvolvimento sustentável e seguro, as empresas devem apostar em um projeto de construção diferenciado.
A arquiteta e usuária do Redimob, Karoline Stolf, postou em seu Blog um projeto de construção de um condomínio, localizado no bairro Itoupava Central, em Blumenau (SC), justamente pelas suas características. Algumas delas são: manter o desenho natural dos lotes, com poucas intervenções de cortes e aterros; a distribuição suave de cotas de nível dos terrenos, entre outros.
Em um dos trechos do post, ela comenta: “A melhor solução seria a não ocupação de áreas de risco e desapropriação das construções existentes. Porém restariam poucas áreas habitáveis, e como promover o desenvolvimento urbano neste caso?”
A arquiteta acredita que a solução mais apropriada seria a verticalização dessas cidades. “Mas para que isso aconteça é necessário muito investimento do poder público,” argumenta.
Análise do solo é imprescindível
A Konkreta Construtora também postou sobre o assunto em seu Blog no Redimob. Segundo o sócio-diretor da empresa, Kim Mendes, para que a execução de um projeto nessas áreas não tenha problemas, é imprescindível que seja feita uma análise das propriedades do solo. “Isso deve ocorrer com o acompanhamento de um profissional, que irá analisar amostras colhidas do terreno, a disposição dos materiais que o constituem, se é um terreno arenoso ou argiloso, entre outras características,” explica.
O assistente de engenharia Luiz Fernando Burgin, também da Konkreta, atenta: “O ideal é que seja feito uma análise de laboratório, onde obtemos todos os dados para a análise da viabilidade do empreendimento, pois através desses ensaios podemos dimensionar as intervenções necessárias para assegurar a qualidade do projeto, a segurança da obra, e a manutenção da vida.”
Todo cuidado é pouco quando se trata de ocupação em áreas de risco. E fazê-lo com responsabilidade é o dever de cada profissional.
A arquiteta e usuária do Redimob, Karoline Stolf, postou em seu Blog um projeto de construção de um condomínio, localizado no bairro Itoupava Central, em Blumenau (SC), justamente pelas suas características. Algumas delas são: manter o desenho natural dos lotes, com poucas intervenções de cortes e aterros; a distribuição suave de cotas de nível dos terrenos, entre outros.
Em um dos trechos do post, ela comenta: “A melhor solução seria a não ocupação de áreas de risco e desapropriação das construções existentes. Porém restariam poucas áreas habitáveis, e como promover o desenvolvimento urbano neste caso?”
A arquiteta acredita que a solução mais apropriada seria a verticalização dessas cidades. “Mas para que isso aconteça é necessário muito investimento do poder público,” argumenta.
Análise do solo é imprescindível
A Konkreta Construtora também postou sobre o assunto em seu Blog no Redimob. Segundo o sócio-diretor da empresa, Kim Mendes, para que a execução de um projeto nessas áreas não tenha problemas, é imprescindível que seja feita uma análise das propriedades do solo. “Isso deve ocorrer com o acompanhamento de um profissional, que irá analisar amostras colhidas do terreno, a disposição dos materiais que o constituem, se é um terreno arenoso ou argiloso, entre outras características,” explica.
O assistente de engenharia Luiz Fernando Burgin, também da Konkreta, atenta: “O ideal é que seja feito uma análise de laboratório, onde obtemos todos os dados para a análise da viabilidade do empreendimento, pois através desses ensaios podemos dimensionar as intervenções necessárias para assegurar a qualidade do projeto, a segurança da obra, e a manutenção da vida.”
Todo cuidado é pouco quando se trata de ocupação em áreas de risco. E fazê-lo com responsabilidade é o dever de cada profissional.
Atraso na entrega de imóvel gera lucro cessante
São Paulo - O lucro cessante, prejuízo que causa perdas financeiras a quem contrata um serviço ou compra um produto, é o argumento que move a maioria das ações na Justiça, quando se trata de atraso na entrega de imóvel. A informação é do presidente da Associação de Mutuários de São Paulo e Adjacências (Amspa), Marco Aurélio Luz. Ele afirma que os atrasos, na sua maioria, ocorrem por neglicência das construtoras.
“Muitas delas deixam para última hora o pedido de vistorias na Prefeitura, o que acaba prejudicando o tempo para liberação do auto de conclusão da obra, o famoso Habite-se. Se todas as inspeções forem feitas com antecedência, a municipalidade certifica e a entrega das chaves ocorre dentro do prazo contratual, senão a entrega ocorre com um Habite-se provisório”, comenta o dirigente.
Para o presidente da Amspa, são raros os casos de força maior que podem ocorrer na construção civil. “O que mais acontece para o atraso na entrega dos imóveis é mesmo a tentativa de economias, visando maiores lucros, como a contratação de pouco pessoal, mínimo necessário para o empreendimento. Também importam a negligência na aquisição do material e a imperícia de prestadores de serviços contratados sem qualquer avaliação profissional”, diz Luz.
Características de lucro cessante – O presidente da Amspa recomenda ao mutuário guardar todos os comprovantes que evidenciem o dano causado pela não entrega do imóvel na data contratual, e lista o procedimento.
“Casos como: deixar de ter rendimento com recebimento do aluguel; perder oportunidade de vender a propriedade com bom retorno financeiro; ou ser obrigado a alugar outro imóvel, quando a compra destina-se à moradia estão entre as situações prejudiciais ao adquirente da propriedade. (Estas ocorrências) podem ser consideradas como lucros cessantes, pois a vítima deixou de ganhar ou perdeu um lucro esperado”, afirma.
De acordo com Luz, além do direito do recebimento do lucro cessante, nestas circunstâncias cabe também a multa contratual, que deve ser o mesmo percentual fixado no contrato em virtude de inadimplência do comprador; e danos morais e materiais. “Em situações como essas, aconselhamos ao dono do imóvel buscar orientações com um especialista, que saberá resolver a questão”, recomenda o presidente da Amspa.
“Problemas como infiltrações no imóvel, vícios de construção, danos à propriedade, entre outros acontecimentos que envolvem prejuízos causados por outrem também devem ser ressarcidos, tanto pela perda material, como pela privação de um lucro ou interesse previsto. O mutuário que se sentir lesado deve pedir, sim, indenização de perdas e danos, inclusive do lucro que deixou de ganhar”, ressalta o presidente da Amspa.
Mais informações podem ser obtidas junto a Amspa, pelo telefone (11) 3292-9230. Site da associação: www.amspa.com.br
“Muitas delas deixam para última hora o pedido de vistorias na Prefeitura, o que acaba prejudicando o tempo para liberação do auto de conclusão da obra, o famoso Habite-se. Se todas as inspeções forem feitas com antecedência, a municipalidade certifica e a entrega das chaves ocorre dentro do prazo contratual, senão a entrega ocorre com um Habite-se provisório”, comenta o dirigente.
Para o presidente da Amspa, são raros os casos de força maior que podem ocorrer na construção civil. “O que mais acontece para o atraso na entrega dos imóveis é mesmo a tentativa de economias, visando maiores lucros, como a contratação de pouco pessoal, mínimo necessário para o empreendimento. Também importam a negligência na aquisição do material e a imperícia de prestadores de serviços contratados sem qualquer avaliação profissional”, diz Luz.
Características de lucro cessante – O presidente da Amspa recomenda ao mutuário guardar todos os comprovantes que evidenciem o dano causado pela não entrega do imóvel na data contratual, e lista o procedimento.
“Casos como: deixar de ter rendimento com recebimento do aluguel; perder oportunidade de vender a propriedade com bom retorno financeiro; ou ser obrigado a alugar outro imóvel, quando a compra destina-se à moradia estão entre as situações prejudiciais ao adquirente da propriedade. (Estas ocorrências) podem ser consideradas como lucros cessantes, pois a vítima deixou de ganhar ou perdeu um lucro esperado”, afirma.
De acordo com Luz, além do direito do recebimento do lucro cessante, nestas circunstâncias cabe também a multa contratual, que deve ser o mesmo percentual fixado no contrato em virtude de inadimplência do comprador; e danos morais e materiais. “Em situações como essas, aconselhamos ao dono do imóvel buscar orientações com um especialista, que saberá resolver a questão”, recomenda o presidente da Amspa.
“Problemas como infiltrações no imóvel, vícios de construção, danos à propriedade, entre outros acontecimentos que envolvem prejuízos causados por outrem também devem ser ressarcidos, tanto pela perda material, como pela privação de um lucro ou interesse previsto. O mutuário que se sentir lesado deve pedir, sim, indenização de perdas e danos, inclusive do lucro que deixou de ganhar”, ressalta o presidente da Amspa.
Mais informações podem ser obtidas junto a Amspa, pelo telefone (11) 3292-9230. Site da associação: www.amspa.com.br
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
São Paulo ganhará 520 condomínios residenciais até 2012
A cidade de São Paulo vai ganhar 520 condomínios residenciais nos próximos dois anos, segundo levantamento da administradora Lello, com base em dados da Embraesp (Empresa Brasileira de Estudos do Patrimônio). Neste ano, devem ser entregues 250 empreendimentos e 270 em 2012. Do total, 60% terão até 120 apartamentos, com um ou dois dormitórios.
A maioria dos condomínios em fase de construção concentra-se nas zonas oeste e leste da capital. O preço médio de venda dos apartamentos é de R$ 350 mil..
A entrega dos condomínios deverá movimentar R$ 150 milhões por ano e gerar cerca de 3.000 novos empregos, uma vez que cada condomínio tem, em média, sete funcionários, entre porteiros, zelador, faxineiros, vigias e manobristas. Cada prédio gasta, em média, R$ 320 mil por ano, incluindo despesas com folha de pagamento, fornecedores e com concessionárias de água e energia elétrica, por exemplo. “O aquecimento da economia e do mercado imobiliário está impulsionando ainda mais o crescimento vertical da cidade, e com um número cada vez maior de paulistanos está indo morar em condomínios de apartamentos. Trata-se de uma realidade nova para muita gente”, afirma Angélica Arbex, gerente de Marketing da Lello Condomínios.
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Telhado branco que reduz a temperatura das cidades, ganha adesões
Medida proposta pela campanha "One Degree Less - Um Grau a Menos" é exatamente assim: não sequer grandes recursos, de tempo, material ou dinheiro para ser aplicada, a medida é simples, barata e eficaz. Criada pelo GCB (Green Building Council) para a redução dos efeitos do aquecimento global, a campanha pretende mobilizar o poder público e também a população dos centros urbanos para pintarem os telhados de casas, edifícios e todos os tipos de construções na cor branca, seguindo o GBC, é provável a redução de 2 a 3 graus a temperatura interna do ambiente, além disso existem outros benefícios, se houver grande número de telhados brancos a temperatura das cidades podem diminuir até 1 grau, é o que mostra as repórteres Flávia Monteiro e Karine Tavares que publicaram uma reportagem no Morar Bem no último domingo dia 06 de fevereiro.
As coberturas escuras absorvem 80% do calor externo enquanto as claras refletem até 90% da luz solar! Ou seja, cidades com mais telhados brancos, sofrem menos com as chamadas “ilhas de calor”.
Segundo o Lawrence Berkeley National Laboratory, cujos os dados sustentam a campanha informa que a cada 100 m² de cobertura pintada de branco são compensadas 10 toneladas de CO2 ao ano.
Ao prestar maior conforto térmico, os telhados brancos reduzem o consumo de energia elétrica com ar-condicionados e ventiladores.
Essa medida é de fácil aplicação e manutenção, existem tintas e materiais no mercado que são autolimpantes e que evitam que as superfícies tenham de ser pintadas depois de alguns anos, informa o diretor-executivo do GBC Brasil, Nelson Kawakami.
A campanha obteve a adesão da Campanha de Desenvolvimento Habitacional de São Paulo, que se comprometeu a pintar de brancos os telhados de conjuntos habitacionais novos e antigos do estado. O primeiro passo foi dado em Ilhabela, ano passado, onde os prédios de um residencial receberam a pintura. Cubatão, Itanhaém, Piraju e Valinhos também terão conjuntos com as cobertura claras. E a iniciativa do governo estadual já deu resultado, justamente em Ilhabela: a prefeitura, a primeira do país a aderir ao "One Degree Less", pintou os prédios do hospital do ginásio de esportes e de algumas escolas.
- Esperamos que nossa atitude reverbere no resto do estado - diz o secretário do Meio Ambiente de Ilhabela, Harry Finger, informando que algumas residências particulares da cidade também mudaram a cor de suas coberturas e o governo já estuda um meio de compensar seus moradores dando a eles desconto no IPTU.
Nas cidades de São paulo e Florianópolis, existe tentativas na legislação de fazer a construção civil e o cidadão comum pintar telhados com cores claras. Em Florianópolis a lei promulgada em dezembro de 2009 aguarda regulamentação. Proposta pelo Vereador Jaime Tonello, ela "cria o Programa de Redução do Aquecimento Global no município, através de ações que visem a estimular a pintura na cor branca dos telhados das construções do município".
Já na capital paulista, projeto neste sentido, proposto pelo vereador Antônio Goulart, foi aprovado em primeira votação na Câmara dos Vereadores em novembro do ano passado, mas o próprio Goulart entende que seu texto merece ser substitutivo, já que, da maneira como foi redigido, obrigaria moradores e empresários a pintarem todos os telhados de branco em até 90 dia.
Governo quer rever norma de financiamento pelo FGTS
Brasília – Mensagem presidencial enviada ao Congresso (02, fevereiro) informa a intenção do governo federal em rever norma do Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (CCFGTS), de forma a incrementar o uso, em obras, dos recursos depositados por empregadores nas contas dos trabalhadores, vinculadas ao Fundo.
“Com essa ação pretende-se otimizar e incrementar as aplicações de recursos e ampliar o alcance social decorrente dos investimentos realizados nas áreas de habitação, saneamento e infraestrutura”, diz trecho da mensagem presidencial, de acordo com reprodução da Agência Brasil.
Conforme balanço do governo, em 2010 o FGTS liberou recursos da ordem de R$ 73,56 bilhões para aplicação em obras nas áreas de habitação, infraestrutura, programas sociais e saneamento. O volume investido engloba a linha de financiamento tradicional, as operações de mercado e o Fundo de Investimento (FI-FGTS). Daquele total, R$ 30,84 bilhões foram destinados a financiamentos habitacionais enquadrados no programa Minha Casa, Minha Vida, conforme o governo.
Composição atual do Conselho Curador do FGTS - O Conselho Curador do FGTS é presidido pelo titular do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Dentre outras atribuições, compete ao MTE a fiscalização do recolhimento das contribuições ao FGTS.
O titular do Ministério das Cidades exerce a vice-presidência do Conselho, e é o gestor das aplicações dos recursos do FGTS em habitação popular, saneamento ambiental e infraestrutura. O Ministério das Cidades elabora os orçamentos anuais e planos plurianuais de aplicação dos recursos, e acompanha as metas físicas propostas.
O Grupo de Apoio Permanente (GAP), formado por consultores técnicos vinculados às 24 entidades que têm assento no Conselho, tem a função de assessoramento. O agente operador dos recursos do FGTS é a Caixa Econômica Federal.
Atribuições atuais do Conselho Curador do FGTS, de acordo com o artigo 23 do Decreto 5.063, de 03 de maio de 2004.
I - Estabelecer as diretrizes e os programas de alocação de todos os recursos do FGTS, de acordo com os critérios definidos na legislação em vigor, em consonância com a política nacional de desenvolvimento urbano e as políticas setoriais de habitação popular, saneamento básico e infraestrutura urbana estabelecidas pelo Governo Federal;
II - Acompanhar e avaliar a gestão econômica e financeira dos recursos, bem como os ganhos sociais e o desempenho dos programas aprovados;
III - Apreciar e aprovar os programas anuais e plurianuais do FGTS;
IV - Pronunciar-se sobre as contas do FGTS, antes do seu encaminhamento aos órgãos de controle interno para os fins legais;
V - Adotar as providências cabíveis para a correção de atos e fatos do gestor da aplicação e do agente operador que prejudiquem o desempenho e o cumprimento das finalidades no que concerne aos recursos do FGTS;
VI - Dirimir dúvidas quanto à aplicação das normas regulamentares, relativas ao FGTS, nas matérias de sua competência;
VII - Aprovar seu regimento interno;
VIII - Fixar normas e valores de remuneração do agente operador e dos agentes financeiros;
IX - Fixar critérios para parcelamento de recolhimentos em atraso;
X - Fixar critério e valor de remuneração para o exercício da fiscalização;
XI - Divulgar, no Diário Oficial da União, todas as decisões proferidas, bem como as contas do FGTS e os respectivos pareceres emitidos;
XII - Fixar critérios e condições para compensação entre créditos do empregador, decorrentes de depósitos relativos a trabalhadores não optantes, com contratos extintos, e débitos resultantes de competências em atraso, inclusive aqueles que forem objeto de composição de dívida com o FGTS; e
XIII - exercer as demais competências de que trata o Decreto nº 99.684, de 8 de novembro de 1990.
“Com essa ação pretende-se otimizar e incrementar as aplicações de recursos e ampliar o alcance social decorrente dos investimentos realizados nas áreas de habitação, saneamento e infraestrutura”, diz trecho da mensagem presidencial, de acordo com reprodução da Agência Brasil.
Conforme balanço do governo, em 2010 o FGTS liberou recursos da ordem de R$ 73,56 bilhões para aplicação em obras nas áreas de habitação, infraestrutura, programas sociais e saneamento. O volume investido engloba a linha de financiamento tradicional, as operações de mercado e o Fundo de Investimento (FI-FGTS). Daquele total, R$ 30,84 bilhões foram destinados a financiamentos habitacionais enquadrados no programa Minha Casa, Minha Vida, conforme o governo.
Composição atual do Conselho Curador do FGTS - O Conselho Curador do FGTS é presidido pelo titular do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Dentre outras atribuições, compete ao MTE a fiscalização do recolhimento das contribuições ao FGTS.
O titular do Ministério das Cidades exerce a vice-presidência do Conselho, e é o gestor das aplicações dos recursos do FGTS em habitação popular, saneamento ambiental e infraestrutura. O Ministério das Cidades elabora os orçamentos anuais e planos plurianuais de aplicação dos recursos, e acompanha as metas físicas propostas.
O Grupo de Apoio Permanente (GAP), formado por consultores técnicos vinculados às 24 entidades que têm assento no Conselho, tem a função de assessoramento. O agente operador dos recursos do FGTS é a Caixa Econômica Federal.
Atribuições atuais do Conselho Curador do FGTS, de acordo com o artigo 23 do Decreto 5.063, de 03 de maio de 2004.
I - Estabelecer as diretrizes e os programas de alocação de todos os recursos do FGTS, de acordo com os critérios definidos na legislação em vigor, em consonância com a política nacional de desenvolvimento urbano e as políticas setoriais de habitação popular, saneamento básico e infraestrutura urbana estabelecidas pelo Governo Federal;
II - Acompanhar e avaliar a gestão econômica e financeira dos recursos, bem como os ganhos sociais e o desempenho dos programas aprovados;
III - Apreciar e aprovar os programas anuais e plurianuais do FGTS;
IV - Pronunciar-se sobre as contas do FGTS, antes do seu encaminhamento aos órgãos de controle interno para os fins legais;
V - Adotar as providências cabíveis para a correção de atos e fatos do gestor da aplicação e do agente operador que prejudiquem o desempenho e o cumprimento das finalidades no que concerne aos recursos do FGTS;
VI - Dirimir dúvidas quanto à aplicação das normas regulamentares, relativas ao FGTS, nas matérias de sua competência;
VII - Aprovar seu regimento interno;
VIII - Fixar normas e valores de remuneração do agente operador e dos agentes financeiros;
IX - Fixar critérios para parcelamento de recolhimentos em atraso;
X - Fixar critério e valor de remuneração para o exercício da fiscalização;
XI - Divulgar, no Diário Oficial da União, todas as decisões proferidas, bem como as contas do FGTS e os respectivos pareceres emitidos;
XII - Fixar critérios e condições para compensação entre créditos do empregador, decorrentes de depósitos relativos a trabalhadores não optantes, com contratos extintos, e débitos resultantes de competências em atraso, inclusive aqueles que forem objeto de composição de dívida com o FGTS; e
XIII - exercer as demais competências de que trata o Decreto nº 99.684, de 8 de novembro de 1990.
(Texto retirado do site da IMÓVEIS WEB, clique e saiba mais.)
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